AUTOATENDIMENTO - Instituições de Ensino apostam em tecnologia para driblar a concorrência


Autoatendimento busca atrair e economizar o tempo dos alunos

É fato que as novas tecnologias tomaram conta do nosso universo e nos deparamos com a constante necessidade de “reciclagem”, mudança e atualização. Celulares, computadores, ipods, pen drives e outros recursos invadiram de vez nosso cotidiano. De modo geral, as crianças de hoje já “nascem” envolvidas com as ferramentas de interatividade, ao contrário das crianças de algumas décadas atrás, que só na fase adulta vinham a conhecer os computadores – estes, nem podemos comparar às sofisticadas máquinas atuais. Todas essas inovações estão mudando o processo de aprendizagem e o posicionamento de organizações públicas e privadas.

Para se ter uma ideia, no Brasil, de acordo com o IBGE, o acesso à telefonia, especialmente celular e à internet representou os principais avanços em bens de consumo domiciliares no País em 2007. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE, o porcentual de domicílios com acesso à internet passou de 8,6% em 2001 para 20,4% em 2007.

 Os principais centros estão abarrotados de novas tecnologias, que em pouco tempo se tornam ultrapassadas. As Instituições de Ensino apostam cada vez mais em estratégias de marketing, preocupadas em oferecer comodidade e se destacar em relação à concorrência. Atualmente, o item que as universidades, escolas e cursos técnicos vêm utilizando, são os terminais de consulta, que servem para evitar as indesejáveis filas e poupar o tempo dos estudantes.

 A Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc) adquiriu vários terminais e os instalou em cada andar na unidade de Marquês de Olinda, em Joinville, para que os alunos possam fazer vários procedimentos sem precisar se deslocar até à secretaria. Os terminais de consulta, fabricados pela empresa catarinense Videosoft, oferecem a opção de matrícula on-line, requerimento para a segunda chamada de provas, solicitação do diploma, boletim de notas, além de visualização das mensalidades e uma série de outras informações.

De acordo com a professora e atual gerente de ensino superior da Unidade Marquês de Olinda, Eliane Ramos Miranda Mattei, é importante utilizar ferramentas para facilitar a rotina dos alunos e agilizar procedimentos burocráticos da Instituição. “Nos preocupamos também em levar essa comodidade aos portadores de necessidades especiais, por isso alguns terminais disponíveis na unidade são adaptados, de forma que eles também sejam beneficiados”, destacou Eliane.

A tendência parece ter conquistado o gosto de outras redes de ensino, a exemplo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e a Universidade Federal de Goiás (UFG), que também aderiram aos terminais, provando que a iniciativa não é apenas mais uma tendência de mercado, mas um novo conceito em atendimento.

Fonte: Videosoft
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